domingo, maio 27, 2007

Da série: As respostas do Raimundo n. 6

Sobre Deus e Sobre “OS Bem”

Moura Rêgo

Na obra “Introdução A Filosofia Espírita, seu autor, José Herculano Pires faz brilhante apanhado de idéias quando coloca:

“Os adversários do Espiritismo desconhecem tudo a respeito e fazem tremenda confusão. Os próprios espíritas, por sua vez, na sua esmagadora maioria estão na mesma situação.

Por-quê? É fácil explicar. Os adversários partem do preconceito e agem por precipitação. Os espíritas em geral fazem o mesmo: formulam uma idéia pessoal da Doutrina, um estereótipo mental a que se apegam. A maioria, dos dois lados, se esquece desta coisa importante: o Espiritismo é uma doutrina que existe nos livros e precisa ser estudada. Trata-se, pois, não de fazer sessões, provocar fenômenos, procurar médiuns, mas de debruçar o pensamento sobre si mesmo, examinar a concepção espírita do mundo e reajustar a ela a conduta através da moral espírita.”


A partir desta constatação, tristemente verdadeira, torna-se a qualquer um de nós, bastando para tal que conheça, pelo menos de sobre o assunto sobre o qual se conversa, uma obrigação em que se restabeleça o correto, se o foco da conversa estiver em desacordo como que expressou a página doutrinaria.

A razão desse pequeno artigo é a de promover um debate sobre a conversa que vem a seguir e que faz lume a uma dúvida que se não nos assaltou ainda, tende a que nos assalte algum dia; A natureza do Bem, ou como coloquei antes, “dos Bem”.

A fraterna discussão teve início numa das listas espíritas nas quais presto o meu pequeno contributo em torno da doutrina.

Segue a parte que nos interessa da troca de idéias, e para qual peço de vocês comentários, embasados na doutrina.

Do texto abaixo retiro tão somente o nome do missivista, por questão ética.


Chico:

Desde logo, agradeço a Moura Rêgo por, pela segunda vez, dispor-se a responder a uma questão por mim colocada.
Quanto a esta última dúvida, a que concerne à relação entre a vontade de Deus e o Bem, peço desculpa por voltar a insistir na mesma questão. Pois, segundo o que infiro da resposta avançada por Moura Rêgo, já se está a pressupor que é Deus quem "cria" o Bem. Isto é, o Bem só seria o Bem porque Deus assim determinaria, pelo que a Lei Moral se identificaria com a vontade divina. Sem Deus, não poderíamos falar em Bem ou em Lei Moral. Porém, pergunto se isto é mesmo assim. É o Bem "criável"? Não será algo que independe da vontade de Deus? Poderia Deus determinar que o Bem tivesse um qualquer conteúdo, isto é, que fosse outra coisa que não aquilo que nós julgamos que é? Não será antes que Deus quer o Bem (que o façamos) porque este é, precisamente o Bem e Deus, como é absolutamente bom, não poderia querer outra coisa? Se não existisse Deus não poderíamos falar, ainda assim, que o Bem é o Bem e que existiria, deste modo, uma Lei Moral?

Obrigado

Amigo Chico,

agradeço a sua atenção para as minhas colocações.

Mas vejamos: Sob meu ponto de vista, este embasado pelo ensino da doutrina, para que relacionássemos o Bem, como sendo independente da vontade d'Ele, deveríamos ter provas irrefutáveis de que a Vontade inicial ou a Ação inicial não vieram de Deus, e assim provaríamos outra coisa:

Que Deus não foi o primeiro, e que algo ou alguém já estava para recebê-lo em sua chegada ao Éter. Ora, tal situação modificaria todas as crenças teológicas que tenham suas bases n'Ele, partindo da primeira e estagiando pelo Cristianismo, chegando a nós, Espíritas.

Doutra feita, podemos elencar dois "bem", um com inicial em maiúscula, significando a creação de Deus, outro com a inicial em minúscula, evidenciando ser, o exalar de nossa vontade.

Tomando -se por regra, então, que não somos nenhuma "Brastemp", que estamos a reencarnar sucessivamente num dos mundos mais atrasados que existem, reconheceremos com total isenção que este "bem" creado por nós, é tão imperfeito, como o sejamos nós, no momento de sua creação.

Sendo assim, nossa consciência, habitáculo da Razão, estará sempre a nos impulsionar para o Bem, com a inicial em maiúscula, não só porque seja ele creação de Deus, mas por outra e este o ponto de apoio, por ser esse "Bem", Perfeito, já que emanou da Perfeição.

Este Bem, creação do Increado, ao qual todos nos devamos adornar, é para mim, sob os luzires doutrinários, a suprema concepção moral, geratriz da lei que agiganta hierarquicamente o Espírito em ascensão por meio dos reencarnes sucessivos.

Espero ter sanado suas dúvidas, mas, reconheço a dificuldade em explanar sobre esse tema.

Abraços,
Moura

É então, desta amável troca idéias, como devem ser todas as discussões entre Espíritas, que peço aos amigos os comentários, sempre bem-vindos.

Muita paz.

Rio de Janeiro,18 de maio de 2007.

Da série: As respostas do Raimundo nº 7

Crimes Passionais – O Como e o Porque

Moura Rêgo

Há conversas nos fóruns Espíritas por onde escrevo, que mereçam ser comentadas.

Uma delas é a que lhes descrevo abaixo, com o excerto que faço da reposta que coloquei num fórum espírita da Internet.

Conversávamos, todos sobre um tópico, sugerido por um dos criadores do fórum e cujo título é:

- CRIMES PASSIONAIS –

Ao começar minha resposta resolvi falar sobre o título, que foi uma das melhores sacadas que já vi expostas pela Internet, e a qual dava azo a que se desenvolvesse um pensamento embasado pela obra codificada que traria mais luz ao tema subentendido:

A PAIXÃO.

Escrevi eu:

Vocês atentaram para o título?

- CRIMES PASSIONAIS –

A que alude esse título, dentro do que ensine a obra codificada?

Exatamente! Aos atos irrefletidos que os cometemos sem reflexão alguma... Em suma: Por PAIXÃO.

Kardec, respondendo ao padre na obra “O Que é o Espiritismo” diz ao final de uma explicação sobre ser ou não religião a doutrina. "(...)mas a paixão não raciocina".

Notaram?

Não fala o codificador da afeição entre João e Maria, (posto que esta já tem um designativo: AFEIÇÃO), fala de outra natureza e qualidade do “sentir”, fala da PAIXÃO. Esta que dizem ser DESENFREADA, quer dizer, SEM FREIOS, ou seja, SEM MEDIDAS. E isso, embora nos pareça figura distante em nosso tempo e espaço, é figurinha carimbada nos dias de hoje, quer seja em Portugal, ou aqui no Brasil, por que? Porque, seja no Brasil ou em Madagascar, ainda hoje os Espíritos hão de ser da mesma classe e ordem, segundo a Escala Espírita, logo, Espíritos Imperfeitos.

Simples assim!

É amigos, falamos de PAIXÃO, mas com o entendimento de que esta seja o amor adoecido, que se esteia na posse, no ter, no querer sem raciocinar, por isso Kardec a disse não raciocinar e com justa razão

Diz o Espírito Vianna de Carvalho, que essa PAIXÃO é a paixão criança, que não vê outro senão ela mesma e sua vontade e alegria e que, por isso mesmo sofre a dor, seja em que matiz o for. Se abusa do ciúme, sofre a solidão. Se abusa da insegurança, sofre com o medo de perder e por ai vai...

Assim e nesse andar trôpego e indeciso, quem caminha pelas pernas da PAIXÃO, pode uma vez, chegar as raias do crime... E mata. O pior é que ainda embriagado pela PAIXÃO, diz: "matei por amor", ao que sempre respondo: "Me dá um tempo valeu?" Imaginem o maior intérprete e professor do amor, matando algo ou alguém... Isso mesmo Jesus!

O Vitor e a Susaninha já devem estar gritando, "para com isso Raimundo, ninguém merece!", o Paulo e o Francisco afirmam, o Moura está doidão, Jesus a matar alguém? "Minha maninha Olga, estarrecida escreve: "maninho Moura, sem querer te contrariar e já contrariando, posso afirmar que não está em nenhum local da doutrina tal informação." E assim, todos deste fórum opinarão no mesmo sentido. E estarão todos cobertos de razão... E razão Espírita!!!

Não há senão na PAIXÃO, o eivo do crime, exatamente porque a PAIXÃO nos remete ao mais distante dos liames, aquele que nos liga a animalidade. O Instinto. Que nesse caso é, além de primário, irracional.

Ao invés de matar, quer seja a esperança, Jesus pontificou no Bem e no Amor, toda a sua cátedra, nós fomos os maus alunos, que cabulando as aulas do Mestre, nos encontramos hoje aqui, neste que é, dos mundos um dos mais atrasados, a estagiarmos ainda nos primórdios do conhecimento. Por isso relembro, nesse fechamento, as palavras dos Espíritos Superiores, quando responderam sobre a possibilidade de mais rápido avanço para o Espírito encarnado:

"Disse o filosofo: conhece-te a ti mesmo!”

Amigos, aquele que, pautando-se no Bem age com amor, por certo elucida suas questões e progride, sigamo-lo sem medo e progrediremos também, atrás de nós deixando a chaga dolorida da PAIXÃO CEGA que tal como a fé, quando cega, não representa um bom alicerce.

Muita paz.

Rio de Janeiro, 23 de maio de 2007.

Tratando da Capacidade Anímica

Autoria: Moura Rêgo

É engraçado como algumas pessoas, gostando de certos assuntos, tentam invariadas vezes, introduzi-los nas esferas em que estejam a participar, dessa maneira é que aparecem os “modismos”, mesmo no movimento espírita.

Há deles para todos os gostos. Vão desde a natureza fluídica de Jesus, até o Planeta Chupão, da existência de colônias nos Mundos Transitórios às crianças Índigo, passando, naturalmente, pela idéia de um desdobramento voluntário e consciente, como se este fosse possível a qualquer mortal.

Geralmente minhas palavras são respondidas por apupos, mais das vezes apopléticos, vindos dos que desse modismo último são partidários.

Nunca respondo, senão na mesma tônica de quem me responda, afinal, não estou incluído na classe dos Puros Espíritos, e estagio na Terra, um dos mais atrasados mundos, como ensina a Doutrina Espírita.

Mas sabem, lá no fundo, não acho que eles estejam errados em quererem divulgar suas idéias, ou mesmo, formarem uma nova doutrina. Esse é um direito inalienável deles, porém, (sempre tem um porém não?), o que não lhes é permitido, ou que seja, não lhes é facultado, é que queiram intrujar, esses conceitos, errados, mal acabados e concebidos do erro de interpretação, como tema doutrinário ou por outra, como sendo abonados pelos Espíritos reveladores, que se sabe serem da classe Dos Superiores. Estes, ensina a obra codificada, “ Não se contradizem nunca, porque só falam do que conhecem e do que podem falar”, notem bem, as aspas demonstram que esse texto é uma enxertia que faço das palavras trazidas em O Livro dos Espíritos, logo não são minhas, mas deles, os Espíritos Superiores.

Mas como eu dizia, não me preocupo com que tais pessoas gostem, acreditem ou propalem tais idéias, porém só não as podem dizer espíritas, isso não! Sempre encontrarão minhas palavras ditas ou escritas demonstrando a impossibilidade de tal argumentação ser tida como crível e espírita.

Abaixo um trecho de uma entrevista com o desenvolvedor dessa idéia, O senhor Waldo Vieira.

“AZ - O que é projeção astral?

WV - O homem se compõe de várias camadas superpostas de energia chamadas "corpos".

O corpo físico é a camada percebida pelos sentidos físicos, o que não impede a detecção das demais através de vários processos. A sede da individualidade, da inteligência, encontra-se no corpo físico quando todas as demais camadas estão em coincidência, isto é, quando a pessoa está acordada. Com o sono, é como se o corpo ligasse o "piloto automático" das funções autônomas, e a sede do eu, juntamente com as outras camadas, sai do corpo físico. As funções normais do indivíduo estão inibidas pelo sono e tudo se passa como se nada tivesse acontecido. O que pode ocorrer é que a pessoa, de repente, se ache "boiando" pelo quarto, como um balão, ou observando o seu próprio corpo adormecido. Quase sempre esse fenômeno ocorre espontaneamente e quem o experimenta, muitas vezes evita comentá-lo, com medo da reação dos outros. A projeção astral é muito comum na adolescência.

Quando o jovem conta aos pais que fez uma projeção, geralmente eles tentam tranqüilizar o filho procurando convencê-lo de que tudo não passou de um sonho. Em certos casos, procuram imediatamente um médico. Atualmente, com a maior divulgação dos estudos sobre esse tipo de fenômeno, ficou mais fácil falar do assunto sem correr o risco de ser internado numa clínica.

AZ - Há alguma pesquisa que comprove isso?

WV - Segundo as estatísticas internacionais, 89% das pessoas têm projeções inconscientes, pois quase todo mundo sai do corpo enquanto dorme. Restam 11%. Destes, 9,8% têm as chamadas projeções semiconscientes, ou o "sonho lúcido". É quando o sujeito sabe que está sonhando e chega mesmo a imprimir alguma intenção ao sonho para modificá-lo. Ele está fora do microuniverso consciencial localizado no corpo humano. Somente 1,2% da população mundial consegue efetuar projeções totalmente lúcidas, ou seja, são projetores conscientes. É o caso da maior parte das pessoas que trabalham aqui no Instituto.

http://www.viagemastral.com/templates/conteudo.php?id=1&c=684

http://www.viagemastral.com/templates/conteudo.php?id=1&c=703

Projeção Astral é a capacidade parapsíquica de a consciência se projetar temporariamente para fora do corpo físico. É conhecida popularmente como viagem astral ou saída do corpo. Dependendo da doutrina ou grupo pesquisado, esse fenômeno recebe diferentes designações. Por exemplo: Projeção astral (Teosofia); Experiência fora do corpo (Parapsicologia); Projeção da consciência (Projeciologia); Desdobramento espiritual, desprendimento espiritual ou emancipação da alma (Espiritísmo); Saída astral (Gnose); Projeção do corpo psíquico (Ordem Rosacruz); ou simplesmente "Viagem fora do corpo". As experiências fora do corpo ocorrem espontâneamente com todos os seres humanos pelo menos uma vez a cada noite, durante o sono. É uma capacidade natural que todos temos, independente de contexto religioso, cultural, social, esotérico, sexual ou racial. Ocorre que, quando deitamos para dormir, o nosso corpo sofre uma redução natural do seu metabolismo; os batimentos cardíacos ficam mais tranqüilos e o padrão de ondas cerebrais se modifica. Enquanto o corpo físico descansa, o corpo espiritual (também chamado de corpo astral, perespírito, psicossoma, alma, corpo sutil ou corpo de luz) desprende-se e flutua acima da parte física. Por ser um corpo de natureza sutil, pode se locomover em alta velocidade e voar a lugares do plano físico ou espiritual. Para se entender melhor a projeção tem que ficar claro que além do corpo físico, temos corpos mais sutis como o energético (a aura), o psicossoma (alma ou espírito) e o corpo mental (consciência). Quando a consciência está no estado de vigília, eles estão alinhados, co-incidentes; quando ela se projeta, ela decola com o psicossoma, estando coincidentes ou não. Essa projeção astral pode ocorrer de três maneiras básicas:

1. Projeção consciente - A pessoa está lúcida fora do corpo e pode controlar a experiência. (Apenas 1% da humanidade se projeta dessa forma)

2. Projeção semi-consciente - A pessoa está fora do corpo meio desperta; percebe as coisas mas não consegue interagir lucidamente com a experiência. (10% da humanidade se projeta dessa forma)

3. Projeção inconsciente - A pessoa está projetada fora do corpo mas não tem consciência disso; está dormindo fora do corpo. É o que ocorre com a maioria das pessoas, quase todas as noites. (89% da humanidade se projeta dessa forma).”

Notem que eles até dão a porcentagem e de maneira final, não como uma hipótese.

Aqueles que quiserem dar uma espiada no texto completo este o endereço:

http://www.geocities.com/Area51/Shadowlands/7501/parapsic2.html

A obra codificada por Kardec, a qual dizem alguns dos cultores da idéia do desdobramento consciente ou projeciologia, diz um capítulo inteiro sobre assunto que perpassa a doutrina trazida pelo sr. Waldo, é o que trás o título de Emancipação da Alma.

Prestem bastante atenção, os Espíritos superiores falam em Emancipação da Alma, esse o tema genérico, do qual, a suposta teoria de “desdobramento consciente” é especialidade, logo, é a teoria um dos temas elencados pela palavra dos Espíritos não a geratriz do tema, por favor, que entendamos todos.

Ensina também a doutrina que no caso do desdobramento consciente, (como se o Espírito pudesse, dobrar-se e desdobrar-se, tal como uma carteira de notas ou um telefone celular do formato flip), voltando então, ensina a doutrina que é uma capacidade anímica esse emancipar-se conscientemente, como fez a muito lembrada Yvone Pereira.

Ora, a saber-se que se trata de capacidade anímica, vê-se logo que esta, a uns alude, mas a outros tantos não. Trata-se unicamente as capacidades inerentes àquele Espírito e não a todos os Espíritos, tal como as qualidades mediúnicas das quais Kardec fala em O Livro dos Médiuns... Simples assim!

Alias, Kardec dá uma lição sobre essas últimas, e a coloco logo a seguir:

LM 218. “Se, apesar de todas as tentativas, a mediunidade não se tiver revelado de maneira alguma, é necessário renunciar a ela, como se renuncia a cantar quando não se tem voz. Quem não sabe uma língua serve-se de um intérprete.”

159."Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Deve-se notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos da mesma maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial para esta ou aquela ordem de fenômenos(...)”

-x-x-

Dessarte, após esta pequena lembrança que trago excertada da obra básica, não há entre nós, aquele que não se tenha relembrado desse ensino tão básico, porém tão importante para que se possa compreender o tema desse artigo.

Tal como a qualidade mediúnica que têm alguns médiuns e que a outros não alude nem em gérmen, a capacidade anímica de se emancipar conscientemente é também algo de que só aquele que a possua poderá experimentar, testar, expandir ou aprender a utilizar, outro qualquer que não a tenha, dela não pode nem pensar em obter algo, posto que, sendo inerente somente a alguns, quem não a tenha, a ela não possa vir a ter, tal como se adquirisse um sanduíche, um televisor, ou uma bateria de máquina fotográfica das modernas.

Outra vez, minhas afirmações nos chegam não da minha inventiva ilusória, mas dos ensinos da obra básica.

Pretendo nesse final de pensamento, tão somente reafirmar e sob o estandarte espírita, a codificação, não meu antagonismo quer ao companheiro Waldo ou ao Wagner Borges, mas sim externar, como espírita que sou, o pensamento legado a todos nós, espíritas pelos Espíritos Superiores, para eu no futuro, em se vendo notícias enveredando por esse erro, possam também os amigo, externarem não a sua aversão, mas sim a palavra haurida da obra codificada, única que contém a certificação do C.U.E.E.

Muita paz.

Rio de Janeiro, 26 de maio de 2007.